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Fazendo a Diferença….

Posts de Julho, 2008

‘Miss Universo 2008′ será escolhida no próximo domingo

Publicado por nofexnews em Julho 11, 2008


A 57ª edição do concurso Miss Universo será realizada no dia 13 de julho de 2008, no Diamond Bay Resort em Nha Trang, no Vietnã. A pedido da rede norte-americana NBC, os organizadores vietnamitas do Miss Universo 2008 decidiram antecipar em um dia a data do concurso. Antes prevista para o dia 14 de julho, a sucessora de Riyo Mori agora será coroada no próximo dia 13, de acordo com informações do site oficial do evento.

Cerca de 90 candidatas devem participar da 57ª edição do tradicional concurso de beleza, que existe desde 1952. No Brasil, a Band e a TNT transmitirão o evento.

Acesse o site oficial do Miss Universo 2008

Veja galeria de fotos das misses

A gaúcha Natália Anderle, 22, eleita ‘Miss Brasil’ no último dia 13, é a representante do nosso país na disputa. Desde 1968 uma brasileira não leva a coroa que, este ano, vai mudar de modelo pela 4ª vez. A novidade será criada por uma firma de joalheria do Vietnã, que produzirá a peça substituta do modelo criado pela japonesa Mikimoto para o concurso de 2002.

A vencedora do concurso Miss Universo 2008 vai participar da 2ª temporada do programa ‘Pageant Place’, na MTV americana. A primeira temporada dessa atração estreou no país em 10 de outubro de 2007, com a atual Miss Universo, a Miss USA Rachel Smith e a ex-miss Teen EUA Katie Blair. Além disso, a ganhadora deste ano receberá uma nova coroa (avaldiada em 120 mil dólares, o equivalente a mais de 190 mil reais).

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Só 36% dos municípios têm secretaria ambiental

Publicado por nofexnews em Julho 8, 2008

Somente 36,6% dos municípios brasileiros têm algum órgão que trata da questão ambiental. São 2.039 das 5.562 cidades do País, informam a Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente (Anamma) e a Associação Brasileira de Municípios (ABM). A situação se torna realmente crítica quando o enfoque é a Agenda 21, o mais abrangente plano de ação global, nacional e local definido por 179 países em busca da sustentabilidade ambiental, social e econômica. Apenas 2,19% dos municípios adotaram o plano. Essas 122 cidades estão concentradas, basicamente, nas regiões Sul e Sudeste.

“Nos últimos anos, estamos percebendo com satisfação o aumento do número de órgãos desse tipo nas regiões Norte e Centro-Oeste. Como a Anamma trabalha no sentido de mostrar às prefeituras a importância de terem um órgão municipal de meio ambiente, acreditamos que nosso trabalho de sensibilização e esclarecimento das autoridades tem surtindo bons efeitos e colaborado para aumentar o número dessas pastas em todo o Brasil”, informa Fabricia Hamu, assessora da Anamma.

Há casos em que a iniciativa privada tem-se antecipado às ações públicas. Em São Luís, Maranhão, a Vale inaugurou no Dia Mundial do Meio Ambiente, um parque botânico de 100 hectares, com investimento de R$ 18 milhões, localizado na área Itaqui-Bacanga, um dos raros remanescentes florestais da ilha que abriga a capital maranhense. Na mesma região, o Parque Estadual do Bacanga vem definhando ano a ano. Desde sua criação, em 1980, já perdeu para a devastação e para a ocupação ilegal 400 dos seus 3.075 hectares originais.

“O Parque Botânico é um exemplo de que é fundamental mudar a ação predatória do homem. A Vale poderia dar uma destinação industrial para essa área, mas preferiu preservar e vai manter aqui um espaço educacional, que busca mostrar a importância da preservação”, afirma o gerente-geral do Instituto Ambiental da Vale, Renato de Jesus. “Nosso foco é difusão de tecnologia, de conhecimento, que são fundamentais para a preservação”, reforça a responsável pelo parque, Marília Gabriela. Não há informações sobre as áreas de mata natural ainda existentes em São Luís, mas um passeio pela cidade mostra que a Agenda 21 nem tangenciou o lugar. A especulação imobiliária avança sobre dunas e os prédios parecem mais grandes centros urbanos como São Paulo, sem jardins, sem áreas verdes.

O diretor de gestão e sustentabilidade da Vale, Demian Fiocca, fornece um importante dado para mostrar como a ação privada pode ser decisiva para sensibilizar a população e os demais agentes econômicos, e mesmo iniciativas públicas: “Em Carajás, as minas da Vale utilizam apenas 3% de área, a empresa conserva os demais 97%. Não é assim no entorno”. Segundo ele, além de preservar a vegetação, a Vale já reutiliza 70% da água utilizada em seus processos produtivos. No Maranhão, há casos de usinas produtoras de ferro-gusa que deixaram de receber minério pela Vale, porque não comprovam a legalidade de origem da madeira utilizada em seus fornos nem da mão-de-obra empregada.

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Organize os estudos para o Enem em cinco passos

Publicado por nofexnews em Julho 8, 2008

Para quem planeja ter um bom desempenho no Exame Nacional de Cursos (Enem) para garantir uma vaga na universidade, a organização dos estudos é fundamental. Um bom começo é criar uma rotina diária para se preparar para a prova.
Rafael Gonçalves, 17 anos, de Novo Hamburgo (RS), busca uma vaga em Medicina. Para ele, a dedicação é fundamental, mas uma pausa para o lazer também é importante. “Não saio mais como antes, mas arranjo tempo para ir ao cinema ou ver meus amigos, até para descansar um pouco a cabeça”, destaca. Confira abaixo cinco dicas para organizar melhor seus estudos para o Enem.

- Estudo diário: defina um tempo mínimo para reforçar os estudos, diariamente, em casa. Podem ser duas, três ou quatro horas. Especialistas indicam que mais do que isso é cansativo e compromete a qualidade do aprendizado. Planeje também um pequeno intervalo, de 15 minutos, para fazer um lanche leve e renovar as energias. Não deixe de incluir nos estudos as disciplinas nas quais possui mais dificuldade. Se tiver sono durante o horário de estudos, procure descansar. Evite estudar nas madrugadas, pois o cansaço é maior.

- Disciplina: após elaborar o horário para estudar, vem o mais importante: disciplina. Aprenda a cumprir todas as determinações do seu horário de estudo. Resista à tentação de entrar no MSN e ligar a televisão. No começo é um pouco mais difícil. Com o passar do tempo, você deixará de ter as dificuldades iniciais, com resultados significativos no seu desempenho escolar.

- Redação: durante os estudos dê atenção especial à prática de redigir, para garantir um bom desempenho na prova de redação. O tema da prova do Enem muda a cada ano. Sempre são propostos assuntos atuais, que têm a ver com a realidade do próprio estudante que faz a prova. Antes de partir para a escrita, o participante é instigado a refletir sobre o tema por meio de textos de outros autores. Ao desenvolver o tema proposto, procure utilizar os conhecimentos adquiridos e as reflexões feitas ao longo de sua formação. Selecione, organize e relacione argumentos, fatos e opiniões para defender seu ponto de vista e suas propostas.

- Provas anteriores: faça as provas aplicadas em anos anteriores. Segundo professores, esta é uma das melhores formas de se preparar para o exame, pois o estudante adquire familiaridade com as questões apresentadas. O ideal é imprimir os arquivos e tentar executar os testes em cinco horas, tempo de duração do Enem.

- Leitura: a melhor maneira de se manter atualizado é por meio da leitura. Especialistas indicam atenção redobrada às notícias publicadas diariamente em jornais, revistas e sites. Rádio e televisão, que possuem programas de debates sobre temas relevantes, também são recomendados como forma de ampliar o conhecimento sobre notícias do dia-a-dia que podem aparecer na prova.

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Redação do Enem avalia cinco competências; confira

Publicado por nofexnews em Julho 8, 2008


Capacidade de raciocínio, articulação com as palavras, coerência textual e domínio gramatical. Esses itens são essenciais para o aluno desenvolver uma boa redação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A prova de redação corresponde à metade do valor total da média final do exame. Mas por que a redação é tão importante, seja no Enem ou no vestibular? Segundo a professora de Português Verbena Toledo, o mercado de trabalho cada vez dá mais valor a quem sabe produzir textos escritos de modo correto e objetivo. “A utilização certa da língua é necessária também como meio de interação social e cultural”, afirma.
Na redação, é avaliada a capacidade do estudante na construção e no desenvolvimento do texto, utilizando a argumentação lógica de acordo com o tema proposto. “A prova também exige do aluno conhecimento do mundo em que vive, abordando fatos do dia-a-dia”, diz a professora. Ela recomenda, além das aulas de redação, a leitura de jornais e revistas.

O Enem pede que o estudante elabore um texto dissertativo-argumentativo, no qual o assunto é baseado em questões sociais, políticas ou culturais. A banca também pede uma argumentação para um problema apresentado. O texto deve ter, no mínimo, 15 linhas. A redação proposta pelo Enem avalia cinco competências:

1) Domínio da língua culta: é a aplicação correta das normas gramaticais aprendidas durante a formação da vida escolar, como pontuação e concordância verbal. Neste item também é avaliada a capacidade de utilização de palavras ligadas ao tema proposto na prova.

2) Compreensão do tema: um dos pontos mais importantes de uma redação. Muitos alunos perdem nota porque o texto não corresponde à proposta apresentada. “Por isso, é importante manter-se atualizado. Escrever sobre algo sem ter o mínimo conhecimento é desastroso”, explica Verbena.

3) Organizar informações e argumentos: é preciso saber organizar as idéias, apresentando uma interpretação dissertativa relacionada ao tema. Excesso de informação ao longo do texto torna a leitura cansativa e mostra falta de capacidade de argumentação.

4) Correta aplicação da lógica: coerência nos argumentos é fundamental. Reforce o estudo de advérbios e conjunções, palavras conhecidas como de coesão textual. Estes elementos fazem a ligação adequada entre os diversos termos de uma frase e entre os parágrafos.

5) Construir uma proposta de solução para o problema: a argumentação do estudante deve ter como objetivo apresentar possíveis soluções para uma questão abordada pelo tema. A utilização correta de opiniões, argumentos, informações e dados ao longo do desenvolvimento dão subsídios para a elaboração da conclusão.

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Vale a pena fazer cursinho para o Enem? Confira

Publicado por nofexnews em Julho 8, 2008


Uma dúvida ronda a cabeça dos estudantes que pretendem fazer a prova do Enem: vale a pena fazer um cursinho para buscar uma nota melhor? Embora o exame tenha nascido como uma avaliação de como anda o Ensino Médio no Brasil, a pontuação conta, e muito, para o estudante que quer ingressar na universidade.

Do mesmo jeito que o vestibular, o Enem tornou-se uma porta de acesso a centenas de universidades espalhadas pelo País. Por isso, para alguns estudantes, vale tudo na hora de dar um upgrade na nota.

A estudante de Física da USP Kathia Schaffer Gimenes, 21 anos, não hesitou em se matricular nas aulas do Cursinho da Poli, em São Paulo, justamente para driblar as deficiências do Ensino Médio que cursou. “Eu saí de um colégio público. Quando comecei o cursinho, tive muita dificuldade porque não tinha visto nada daquilo no Ensino Médio. As aulas abrem os horizontes, porque são bem focadas nos temas exigidos no Enem”, explica.

Com o preparo mais intenso, a nota 52 que Kathia acumulou no Enem do ano passado levantou a média dela para conseguir a vaga em Física na USP. “Fiz o cursinho justamente para ajudar no desempenho geral do vestibular. Ele te fornece pontos, ajudando no resultado da primeira e da segunda fase”, destaca.

A coordenadora pedagógica do Cursinho da Poli, Alessandra Venturi, acredita que, por ser o Enem um exame de característica diferente dos outros vestibulares, com conhecimentos interdisciplinares, é preciso atenção e preparo diferenciados também. “O aluno está mais acostumado com provas disciplinares, sobre áreas de conhecimento e que valorizam conteúdo e memória. No Enem, a interdisciplinaridade avalia as competências e as habilidades”, explica.

Conforme a especialista, esse formato específico exige aulas preparatórias específicas. Os livros, por exemplo, ao invés da divisão por disciplinas, são elaborados por habilidades, como interpretação, leitura de gráficos e redação. “O exame exige que o aluno pense e reflita. Durante um mês trabalhamos os conteúdos específicos”, completa Alessandra.

Mesmo com potencial de ampliar a nota do aluno, o cursinho divide opiniões. Alguns especialistas são contra a decisão de fazer aulas específicas para o Enem, já que a “ajuda” mascara as deficiências do Ensino Médio. “O Enem é uma avaliação ampla e irrestrita sobre a qualidade do Ensino Médio. O objetivo principal é analisar o ensino que as escolas estão proporcionando. Neste sentido, a opção por um cursinho descaracteriza a prova como avaliadora da qualidade da formação nas escolas. Assim, nos impede de melhorar a partir do que for detectado no exame”, critica a diretora do departamento pedagógico da Secretaria Estadual da Educação do Rio Grande do Sul Sônia Balzano.

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