Nofex News

Fazendo a Diferença….

Posts de Agosto, 2008

Mandamentos do Amor

Publicado por nofexnews em Agosto 18, 2008

Mandamentos do Amor

01- Me Amar como eu te amo.
02- Não desconfiar de mim.
03- Não me provocar.
04- Guardar-me no coração para sempre.
05- Ser sincero comigo, em todos os sentidos.
06- Ter muito carinho.
07- Estar sempre disposto aos meus desempenhos.
08- Não negar coisas simples que eu pedir.
09- Saber perdoar e me ouvir sempre.
10- Dar um beijo provando sua sinceridade.

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Flora deve entrar para a lista dos maiores vilões da TV

Publicado por nofexnews em Agosto 16, 2008


Armada com olhar angelical e jeito dissimulado, a esquizofrênica Flora de ‘A Favorita’ tem tudo para fazer Patrícia Pillar entrar para a lista de intérpretes dos maiores vilões da história da teledramaturgia brasileira.

Novata no assunto, a atriz está se deliciando com a chance. “Essa é a primeira vilã que faço e, com certeza, é o papel mais difícil e forte da minha carreira. Para um ator, não tem brincadeira melhor. Encaro como um jogo. Mas Flora é Flora e Patrícia é Patrícia”, diferencia a atriz, em entrevista ao site da novela.

Especialista em novelas e doutor em teledramaturgia pela USP, Mauro Alencar está encantado. “A virada foi incrível. O trabalho da Patrícia está muito bom”, elogia.

Passando pela aprovação do público, Patrícia vai se juntar a atores como Beatriz Segall, a eterna Odete Roitman de ‘Vale Tudo’; Renata Sorrah, a Nazaré de ‘Senhora do Destino’; Rubens de Falco, o Leôncio de ‘Escrava Isaura’; e Cláudia Abreu, a cachorra Laura de ‘Celebridade’. Todos esses personagens, além de José Lewgoy, como Ambrósio, em ‘Feijão Maravilha’, fazem parte da lista de vilões inesquecíveis de Alencar.

“Existem gradações de vilania. Na ordem, ficariam Leôncio, Odete, Nazaré, Coronel Pedro Barros (Gilberto Martinho em ‘Irmãos Coragem’) e Laura”, enumera, deixando de fora, propositalmente, Mária de Fátima, papel de Glória Pires em ‘Vale Tudo’. “Não era vilã: era uma pobre coitada que sofria rejeição social”, julga.

Com a carreira marcada pela vilania, Joanna Fomm discorda e elege Maria de Fátima a pior de todas. “Era uma peste. A cara de anjo dela me impressionava”, relembra Joanna, que na TV viveu vilãs como Yolanda Matos, de ‘Dancin Days’, Lúcia, de ‘Corpo a Corpo’ e a carismática má Perpétua, de ‘Tieta’. “Ela era mais circense que vilã. Na rua, os garotos me pediam para correr atrás deles”, ri.

Em certos casos, a força do personagem é tanta que o artista não se desvincula do papel. Hoje, 20 anos após ‘Vale Tudo’ ser exibida, Beatriz Segall se recusa a comentar o sucesso da vilã, mas concorda que Odete Roitman entrou para a história.

“Já faz 20 anos que fiz esse papel”, desconversa, elogiando João Emanuel em ‘A Favorita’: “Foi um golpe de mestre trocar a vilã com a boazinha”, completou.

Renata Sorrah também tem Odete Roitman e Laura na lista de favoritas, mas defende que “Nazaré foi a melhor vilã já escrita”. “Era saborosa, engraçada, humorada”, define. Para ela, esse tipo de personagem não é difícil, se o ator entrar no jogo. “Não tem esforço, tem talento. É gostar do personagem.”

Cláudia Abreu teve a experiência e concorda: “Laura tinha veia cômica. É ótimo quando você se diverte e volta mais leve para casa.”

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Shirley Carvalho – Os Caras de Carrão(Zuar e Beber)KANGALHA

Publicado por nofexnews em Agosto 15, 2008

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A ânsia por resultados

Publicado por nofexnews em Agosto 15, 2008

Desejar alguma coisa ou querer atingir um objetivo constitui a principal característica da vida no plano da matéria. Visto que a existência neste plano é direcionada pelo ego e este sempre se baseia na ambição, o anseio por resultados está sempre presente.

Entretanto, se iluminarmos nossas ações com a luz da consciência, veremos o quanto este anseio bloqueia o alcance de nossas mais importantes conquistas, aquelas que resultam não somente no alcance de posição socialmente valorizada, mas num crescimento interior significativo.

Abandonar a atitude ansiosa exige de nós que estejamos firmemente preenchidos com a chama da confiança no poder divino. Somente esta convicção serena é que nos livrará do sofrimento quando alguns objetivos se frustrarem ou não acontecerem no tempo que desejávamos.

Acreditar e esperar confiantemente que a existência nos dará tudo aquilo de que precisamos para sermos felizes, mesmo que isto não signifique necessariamente a realização de todos os nossos desejos, é o primeiro passo para que a nossa felicidade não se torne algo totalmente dependente de fatores exteriores a nós.

Ao empreendermos ações, o mais importante é que nos preocupemos em analisar o modo como as direcionaremos. Olhar para dentro é a chave que nos libertará da ânsia por resultados. Quanto mais relaxados e confiantes permanecermos, mais espontaneamente a realização de nossos objetivos surgirá. A serenidade é, portanto, a melhor ferramenta que podemos desenvolver para construir uma vida onde os acontecimentos se desencadeiem de modo harmonioso e natural.
Querido Osho,
Desde que eu comecei a meditar, há quatro anos, minha vida tem mudado tremendamente. As mudanças acontecem; não é que eu tenha algum insight e em seguida eu comece a fazer alguma coisa. Todo esse tempo tem sido um tempo de espera. Existe uma sensação de que algo quer se expressar por si mesmo, e que eu tenho que permitir isso. Será que eu estou esperando por algo para crescer forte o bastante, ou eu estou apenas preguiçoso? Ou será que estou ‘esperando por Godot’?
Querido mestre, agradeço-lhe por estar aqui.

“Amrit Sagaram, as coisas estão crescendo.
Desde que você começou a meditar, muita água passou pelo Ganges, e muito se mudou em sua consciência. Mas não peça por mais; deixe que a existência tenha o seu próprio tempo. Lembre-se de Ta Hui – quanto mais você se apressa, mais você se atrasa. Você não consegue fazer nada melhor do que o que a existência já está fazendo. Simplesmente entregue-se nas mãos da existência.

As pessoas relaxadas são sempre mal compreendidas, vistas como preguiçosas. Isso não é preguiça. Isso parece preguiça para os viciados em trabalho, aqueles que não conseguem sentar, que têm medo do momento em que pararem de fazer algo e então terão que conhecer a si mesmos. E esse é o medo deles – quem sabe o que eles são?
É melhor evitar o encontro.
Relaxamento é sentir-se à vontade. O que estiver acontecendo a você está perfeito.

… Simplesmente espere e deixe as coisas acontecerem – não de acordo com você, mas de acordo com a própria existência. A existência não tem que estar de acordo com você; você é que tem que estar em sintonia com a existência, de acordo com ela. Esta é a única diferença entre o meditador e o não-meditador.

O não-meditador quer que a existência esteja sempre de acordo com as suas idéias e naturalmente ele cai em estados miseráveis, porque a existência é grande demais; ela não consegue seguir as suas idéias, as suas preces, as suas expectativas, as suas exigências.

É verdadeiro o provérbio que diz: o homem propõe (sugere a feitura) e Deus dispõe (desfaz) – mas não existe um Deus para desfazer. Na verdade, na própria proposição, você já desfaz. Você mesmo criou o fracasso porque quis o sucesso.
Não existe coisa alguma para se ter expectativa a respeito, para se desejar.
A existência é tão abundante que se você simplesmente estiver esperando, ela começará a lhe derramar flores. Uma vida de espera, sem quaisquer expectativas, é a única vida religiosa que eu conheço.

… A existência é muito compassiva e compartilha muito, mas somente com aqueles que não exigem. O não-desejo é a base de todos os grandes acontecimentos.
Sagaram, simplesmente espere em confiança e tudo o que a existência possui lhe será revelado. É melhor não pedir por coisa alguma, caso contrário sempre haverá frustração.

Não peça, e você será atendido.
Apenas confie silenciosamente e espere, e milagres sempre acontecem aos meditadores. O maior dos milagres é a revelação do mistério de si mesmo.
Você está perfeitamente no caminho certo. Cuidado com sua mente – ela tentará perturbá-lo, desviá-lo, criar dúvidas. Simplesmente coloque-a de lado. Esta grande tarefa nada tem a ver com a mente”.

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SOBRE O AMOR E A PAIXÃO

Publicado por nofexnews em Agosto 15, 2008


Tem essas coisas estranhas sobre o amor, sobre o gostar, sobre o estar apaixonado. Que certezas pode-se ter? Bobagem procurar os indícios que esclareçam exatamente que tipo de coisa é esta que derrama azul sobre o céu nos dias de chuva.
Eu tento explicar que não importa o nome que damos. Mas quando um olho bate no outro, dá uma vontade de dizer mais que isto que estamos dizendo. E penso que não é hora. Porque desde criança aprendemos que tudo tem uma hora certa, que não se coloca a carruagem na frente dos animais. Então a gente não diz. Mas sente. E continua a sentir todas as vezes em que os olhos se batem.
E sente muito mais quando os olhos não se batem, mas se procuram, e se angustiam com a ausência ou com a saudade… e esse silêncio danado que fica resmungando coisas no ouvido… e esse medo de perder o que ainda nem se tem certeza que se ganhou.
Pois é. Então que nome vamos dar a isto? Alguns falam paixão, como se fosse um filhote rebelde do amor. Para falar amor é preciso mais tempo, mais dados, mais provações.

A paixão é coisa rápida, pode-se pegar uma a cada esquina da vida, tem um jeitão colorido, nos sacode inteiros, depois nos larga… para quem quer dar um nome honesto ao que sente, melhor ficar com este. É mais seguro. Menos comprometedor. Amor exige compromisso. A paixão admite equívocos, duplicidade, lágrimas nas madrugadas e sorrisos pela manhã, admite a troca dos personagens sem muito prejuízo para o enredo. Estar apaixonado é bonitinho e serve como justificativa para a maioria das bobagens que se comete. O amor não. Ele é sério. Com ele não se brinca. Alguns dizem que só ama-se uma vez na vida, que é eterno, que é sólido, que perdoa, que esquece, que tudo suporta, que é o mais nobre dos sentimentos. Não, não… eu não afirmaria nada disso, diria que o amor é apenas um sentimento, não é tão exclusivo nem tão eterno. Ama-se de muitas maneiras e a muitas pessoas… muitas vezes simultaneamente.

Para dizer eu te amo, não é preciso ir ao cartório registrar a intenção. Para dizer eu te amo, basta sentir vontade de dizer.
E se amanhecer cinza sobre o amor que foi declarado durante a madrugada, não quer dizer que não era amor. Quer dizer apenas que os dias de chuva chegam e desabam sobre todos, sobre os que amam e sobre os que não têm coragem para confessar.

Dou meu voto ao amor, seja lá de que espécie for. Não o exijo tão eterno ou tão sólido, mas exijo-o dito, declarado rasgadamente, afirmado, pichado em muros, escrito em blogs, desenhado em cadernos, manuscrito em envelopes azuis, confirmado em bocas e em línguas diversas para que os olhos sejam sempre presentes em brilhos, em fogos, em correntes salgadas sobre a pele. Amor precisa ser dito quando sentido. E é mais sentido quando se diz.

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